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	<title>Arquivo de Sociedade - Jornal NGANI</title>
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	<description>O Jornal que Informa e Educa!</description>
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	<title>Arquivo de Sociedade - Jornal NGANI</title>
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		<title>Nampula: A história do roubo que tropeçou nos 900 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:19:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois jovens enviados pelo próprio patrão para depositar 2 milhões de meticais numa agência bancária em Nampula terão decidido apropriar-se de parte do dinheiro e, depois de gastarem cerca de 900 mil meticais, terão recorrido a uma suposta história de assalto para justificar o desaparecimento da quantia. A missão, à partida, parecia simples: transportar o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Dois jovens enviados pelo próprio patrão para depositar 2 milhões de meticais numa agência bancária em Nampula terão decidido apropriar-se de parte do dinheiro e, depois de gastarem cerca de 900 mil meticais, terão recorrido a uma suposta história de assalto para justificar o desaparecimento da quantia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A missão, à partida, parecia simples: transportar o dinheiro e efectuar o depósito. Confiados pelos seus patrões, os dois jovens receberam os 2 milhões de meticais e seguiram viagem. Mas, segundo as informações disponíveis, algures pelo caminho o plano terá mudado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 900 mil meticais terão sido gastos. E, perante o desfalque, os jovens terão adoptado uma segunda estratégia: simular um roubo. A versão apresentada aos proprietários do dinheiro era a de que tinham sido atacados e que os 2 milhões de meticais lhes haviam sido roubados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que a história começou a não fechar. Com o avanço das averiguações, surgiram contradições no relato apresentado pelos dois jovens, fazendo com que aquilo que inicialmente parecia ser um assalto passasse a ser investigado como uma possível encenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As suspeitas acabaram por se concentrar precisamente sobre aqueles que deveriam apenas transportar o dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Nampula, os dois jovens foram detidos e apresentados pelas autoridades no âmbito do caso. Segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM), diligências realizadas permitiram recuperar 2.427.000 meticais, embora os valores apresentados na descrição inicial do caso indiquem um montante de 2 milhões de meticais, diferença que deverá ser esclarecida pelas autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os detidos, entretanto, negam as acusações e contestam a versão apresentada pela Polícia. O caso deixa, por enquanto, uma pergunta que resume toda a história: se o dinheiro tinha sido roubado, onde entram os 900 mil meticais que, segundo as autoridades, já haviam sido gastos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta caberá agora à investigação e, se for caso disso, às instâncias judiciais. Até lá, a acusação permanece uma acusação e os dois jovens beneficiam das garantias legais aplicáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas uma coisa já parece clara: aquilo que começou como uma denúncia de roubo acabou por colocar os próprios mensageiros no centro da investigação. Redacção</p>
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		<title>Nampula: Polícia nega morte de dois agentes em Iuluti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada, circularam informações dando conta da morte de dois agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM), alegadamente assassinados por garimpeiros numa mina localizada no posto administrativo de Iuluti, distrito de Mogovolas, província de Nampula. Reagindo ao caso, o chefe do Departamento de Relações Públicas no Comando Provincial da PRM em Nampula, Dércio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na semana passada, circularam informações dando conta da morte de dois agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM), alegadamente assassinados por garimpeiros numa mina localizada no posto administrativo de Iuluti, distrito de Mogovolas, província de Nampula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reagindo ao caso, o chefe do Departamento de Relações Públicas no Comando Provincial da PRM em Nampula, Dércio Samuel, esclareceu que a corporação ainda não recebeu qualquer comunicação oficial sobre a alegada morte dos dois agentes, embora reconheça que a informação tenha sido divulgada por órgãos de comunicação social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa notícia nós ouvimos através dos órgãos de comunicação social, mas, ao nível do Comando Provincial, não tivemos registo da morte de dois colegas. Preocupa-nos a divulgação dessas informações, porque, no nosso seio, não registámos essa ocorrência”, disse Dércio Samuel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O oficial explicou que, apesar de não existir um registo oficial no Comando Provincial, a Polícia está a realizar diligências para apurar a origem e a veracidade das informações que dão conta da alegada morte dos agentes em Iuluti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dércio Samuel apelou igualmente às pessoas que tenham informações sobre o caso para que contactem as autoridades, defendendo que a colaboração da população é fundamental para permitir uma intervenção rápida sempre que ocorra algum incidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Polícia precisa da colaboração de todos os cidadãos. Uma das formas de colaborar com a corporação é a partilha das denúncias, porque pode acontecer alguma coisa e a Polícia não ter conhecimento”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o chefe das Relações Públicas da PRM, a comunicação atempada de ocorrências às autoridades permite a realização de investigações e ajuda a evitar que informações ainda não confirmadas sejam transformadas em notícias sem base oficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia reconhece que a população desempenha um papel importante na identificação de situações que possam representar riscos à segurança, razão pela qual insiste na necessidade de reforçar os canais de denúncia e comunicação entre as comunidades e as forças de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dércio Samuel defendeu também maior responsabilidade na divulgação de informações relacionadas com mortes, crimes e outras ocorrências de segurança, considerando que notícias não confirmadas podem provocar preocupação e insegurança entre os cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos órgãos de comunicação social, apelou para que procurem sempre confrontar as informações com as autoridades competentes antes da sua publicação, sobretudo quando estejam em causa ocorrências graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos de estar unidos para que não haja desinformação, porque pode colocar em causa o bem-estar da população”, aconselhou Dércio Samuel.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Detidos dois indivíduos por simular roubo de 2,9 milhões de meticais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma ocasião, a PRM apresentou dois indivíduos acusados de simular o roubo de dinheiro que lhes havia sido confiado pelos proprietários para depósito numa agência bancária na cidade de Nampula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Dércio Samuel, depois de os proprietários denunciarem o caso à Polícia, foram accionados mecanismos de investigação que culminaram na detenção dos dois indivíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Polícia fez diligências, tendo recuperado 2.427.000 meticais, faltando 900 mil meticais. E, de imediato, accionámos os mecanismos visando recuperar o valor em causa”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, os indivíduos negam as acusações e afirmam que caberá às autoridades competentes determinar se, de facto, cometeram o crime de que são acusados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Agostinho Miguel</strong></p>
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		<title>Professores japoneses levam experiências de Moçambique para as salas de aula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 09:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Delegação de 12 docentes percorreu Maputo e Nampula no âmbito de um programa da JICA destinado a promover a aprendizagem sobre projectos de cooperação e a formação de cidadãos com uma visão mais ampla sobre o mundo. Uma delegação de 12 professores japoneses esteve em Moçambique, entre 22 e 31 de Julho de 2026, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Delegação de 12 docentes percorreu Maputo e Nampula no âmbito de um programa da JICA destinado a promover a aprendizagem sobre projectos de cooperação e a formação de cidadãos com uma visão mais ampla sobre o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma delegação de 12 professores japoneses esteve em Moçambique, entre 22 e 31 de Julho de 2026, no âmbito do programa “JICA Tokyo Overseas Training for Teachers”, para conhecer experiências e resultados de projectos de cooperação japonesa no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visita incluiu actividades nas províncias de Maputo e Nampula, permitindo aos docentes conhecer diferentes experiências relacionadas com a cooperação entre o Japão e Moçambique.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa enquadra-se nos esforços da cooperação japonesa para proporcionar aos professores participantes uma compreensão mais próxima das realidades e dos desafios de outros países, de modo a que as experiências adquiridas possam ser posteriormente partilhadas no Japão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Experiências para levar às salas de aula</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ngani.co.mz/wp-content/uploads/2026/08/JAPAO-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-14108" srcset="https://ngani.co.mz/wp-content/uploads/2026/08/JAPAO-1024x576.jpg 1024w, https://ngani.co.mz/wp-content/uploads/2026/08/JAPAO-300x169.jpg 300w, https://ngani.co.mz/wp-content/uploads/2026/08/JAPAO-768x432.jpg 768w, https://ngani.co.mz/wp-content/uploads/2026/08/JAPAO-1536x864.jpg 1536w, https://ngani.co.mz/wp-content/uploads/2026/08/JAPAO.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a permanência em Moçambique, os professores tiveram contacto com projectos apoiados pela cooperação japonesa, procurando compreender os seus resultados e a forma como as intervenções contribuem para o desenvolvimento das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que as experiências adquiridas durante a visita sejam posteriormente integradas no trabalho dos docentes no Japão e partilhadas com os seus alunos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa pretende, assim, utilizar a experiência internacional dos professores como instrumento para ampliar a compreensão dos estudantes japoneses sobre diferentes realidades sociais, culturais e de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao regressarem ao Japão, os participantes deverão partilhar os conhecimentos e experiências adquiridos em Moçambique, contribuindo para a formação de cidadãos japoneses com uma perspectiva mais ampla sobre o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A passagem da delegação por Moçambique representa, deste modo, uma oportunidade de aprendizagem mútua, aproximando profissionais da educação dos dois países e permitindo que experiências de cooperação internacional sejam transformadas em conhecimento para as novas gerações.<em> Redacção </em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Bebé morto encontrado em lixeira de Namutequeliua revolta moradores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 07:19:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Corpo de uma recém-nascida foi encontrado numa lixeira na zona dos Macondes. Moradores dizem estar chocados e pedem esclarecimento sobre as circunstâncias da morte. Moradores da zona dos Macondes, no bairro de Namutequeliua, na cidade de Nampula, estão chocados e indignados depois da descoberta do corpo de um bebé recém-nascido numa lixeira da comunidade. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Corpo de uma recém-nascida foi encontrado numa lixeira na zona dos Macondes. Moradores dizem estar chocados e pedem esclarecimento sobre as circunstâncias da morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moradores da zona dos Macondes, no bairro de Namutequeliua, na cidade de Nampula, estão chocados e indignados depois da descoberta do corpo de um bebé recém-nascido numa lixeira da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O corpo, aparentemente de uma menina, foi encontrado por moradores, que alertaram de imediato as autoridades policiais. Até ao fecho desta edição, não havia informação oficial sobre a identidade da mãe, as circunstâncias da morte ou se o bebé nasceu morto ou morreu posteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das moradoras, que pediu anonimato, contou que ouviu pessoas a gritar que havia uma criança na lixeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Primeiramente nem consegui ver a criança, porque sou muito sensível. Ouvi as pessoas a gritarem que havia uma criança e comecei a perguntar se estava viva. Infelizmente, disseram-me que estava morta”, relatou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A moradora disse ter contactado imediatamente a irmã, que é agente da polícia, tendo esta comunicado o caso ao comandante. Pouco depois, agentes da PRM deslocaram-se ao local.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comunidade sem respostas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os moradores circulam várias versões sobre a origem do bebé e as circunstâncias em que terá sido deixado na lixeira, mas nenhuma foi confirmada pelas autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma testemunha afirmou não conhecer, no bairro, nenhuma mulher que tivesse dado à luz recentemente e disse não ter presenciado qualquer comportamento suspeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Referiu ainda ter ouvido rumores sobre a presença de uma mulher usando luvas na zona, mas reconheceu não ter elementos para confirmar qualquer ligação com o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não sei exactamente. Desculpa, não posso dizer coisas que não sei”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária do quarteirão também esteve no local e mostrou-se profundamente abalada com o sucedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Fiquei muito triste por ouvir isso. Uma mãe fazer isso&#8230; fiquei muito triste”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a responsável, até ao momento não havia identificação da pessoa que deixou o bebé no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela confirmou ainda que se tratava de uma menina e afirmou que aquela era a primeira ocorrência do género na lixeira da zona nos últimos anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Criança pode ter descoberto o corpo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outra moradora contou que foi alertada por uma criança que, enquanto brincava, terá visto a cabeça do bebé depois de pisar a zona onde o corpo se encontrava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher terá contactado posteriormente a polícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os moradores dizem desconhecer quem deixou o recém-nascido na lixeira e se a mãe pertence à comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não sabemos. Se calhar pode ser deste bairro”, afirmou uma das moradoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns residentes levantam a hipótese de o caso envolver uma jovem que tenha escondido a gravidez por receio da reacção da família, abandono dos estudos ou pressão dos pais e do namorado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, essas possibilidades permanecem apenas como especulação da comunidade e não foram confirmadas pela investigação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Polícia ainda não esclarece o caso</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até ao fecho desta reportagem, a Polícia da República de Moçambique não tinha prestado informações oficiais sobre o caso, nomeadamente sobre a identidade da mãe, as circunstâncias em que o bebé morreu ou as diligências realizadas para esclarecer o sucedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto aguardam respostas, os moradores de Namutequeliua manifestam preocupação e revolta perante um caso que consideram particularmente grave e doloroso para a comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As circunstâncias da morte e o responsável pelo abandono do corpo permanecem por esclarecer.<em> Moniro Abdala</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Choque frontal na Barragem de Nacala deixa 11 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 07:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Onze pessoas morreram num violento acidente de viação ocorrido domingo, 23 de Agosto, na ponte da Barragem de Nacala-à-Velha, na Estrada Nacional N12, província de Nampula. O sinistro envolveu um camião de mercadorias e um veículo de passageiros. O acidente ocorreu por volta das 17 horas e envolveu um veículo pesado de mercadorias, da marca [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onze pessoas morreram num violento acidente de viação ocorrido domingo, 23 de Agosto, na ponte da Barragem de Nacala-à-Velha, na Estrada Nacional N12, província de Nampula. O sinistro envolveu um camião de mercadorias e um veículo de passageiros.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O acidente ocorreu por volta das 17 horas e envolveu um veículo pesado de mercadorias, da marca Sinotruk, modelo CMHTC, e um Toyota Hiace que transportava passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com informações preliminares divulgadas pelo Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO), o camião circulava no sentido Monapo–Nacala Porto quando terá invadido a faixa de rodagem contrária, colidindo frontalmente com o Toyota Hiace, que seguia em sentido oposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O choque provocou <strong>11 mortes e danos materiais avultados</strong> nos dois veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As autoridades apontam, nesta fase, a circulação em faixa contrária e o excesso de velocidade por parte do condutor do veículo de mercadorias como algumas das causas do acidente. No entanto, as investigações prosseguem para determinar as circunstâncias exactas do sinistro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o INATRO, os dois condutores abandonaram os respectivos veículos após o acidente, estando em curso diligências para a sua localização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acidente ocorreu numa das principais vias de ligação da região e volta a levantar preocupações sobre a segurança rodoviária, particularmente em relação ao excesso de velocidade e à condução em condições inadequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, o INATRO lamentou a perda de vidas humanas e apresentou condolências às famílias das vítimas, apelando aos automobilistas para uma condução prudente, com adequação da velocidade às condições da via, adopção de práticas de condução defensiva e cumprimento rigoroso das regras de trânsito. <em>Redacção</em></p>
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		<title>ACIPOL abre 120 vagas para licenciatura em Ciências Policiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:57:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Academia de Ciências Policiais (ACIPOL) vai disponibilizar 120 vagas para o Curso de Licenciatura em Ciências Policiais, referente ao ano académico de 2027, reservando 30% das vagas para candidatas do sexo feminino. As inscrições para os exames de admissão decorrerão de 24 de Agosto a 30 de Setembro de 2026, na sede da ACIPOL [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Academia de Ciências Policiais (ACIPOL) vai disponibilizar 120 vagas para o Curso de Licenciatura em Ciências Policiais, referente ao ano académico de 2027, reservando 30% das vagas para candidatas do sexo feminino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para os exames de admissão decorrerão de 24 de Agosto a 30 de Setembro de 2026, na sede da ACIPOL e nos Comandos Provinciais da Polícia da República de Moçambique (PRM). De acordo com o edital de admissão, o processo será realizado em quatro fases eliminatórias: inscrição, exames de aptidão física, exames escritos e exames médicos. Apenas os candidatos aprovados em cada etapa poderão avançar para a fase seguinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os exames de aptidão física estão previstos para 7 a 9 de Outubro, na ACIPOL, e para 12 e 13 de Outubro, nos Comandos Provinciais da PRM. Os exames escritos terão lugar nos dias 17 e 18 de Outubro, com a prova de Português no primeiro dia e Matemática, História ou Aptidão Técnico-Policial (ATP), esta última destinada aos membros da PRM, no segundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem candidatar-se cidadãos moçambicanos que tenham concluído a 12.ª classe do Ensino Secundário Geral, Ensino Técnico Profissional ou equivalente. Os candidatos civis devem ter entre 18 e 22 anos de idade até 8 de Fevereiro de 2027, enquanto para membros das forças militares ou paramilitares o limite é de 40 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O edital estabelece ainda requisitos físicos mínimos de 1,65 metro para mulheres e 1,70 metro para homens, além de exigir aptidão física e mental e bom comportamento cívico e moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A candidatura requer, entre outros documentos, duas fotografias tipo passe, certificado de habilitações literárias autenticado, documento de identificação autenticado, atestado médico de aptidão física, atestado de residência e os respectivos requerimentos de ingresso na PRM e de frequência do curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de inscrição é de 1.200 meticais, acrescida de 100 meticais pelo boletim de candidatura. Os exames escritos terão duração de 120 minutos. Os candidatos seleccionados deverão apresentar-se para incorporação no dia 5 de Janeiro de 2027, estando a matrícula dos admitidos prevista para 11 a 15 de Janeiro de 2027, na Repartição do Registo Académico da ACIPOL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Curso de Licenciatura em Ciências Policiais será frequentado em regime de aquartelamento. O edital, datado de 19 de Agosto de 2026, foi emitido pela Comissão de Exames de Admissão da ACIPOL, em Michafutene. <em>Redacção</em></p>
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		<title>Lichinga vai ganhar hospital para tratar o cancro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Lichinga, capital da província do Niassa, vai contar com um hospital regional de oncologia, que deverá reforçar a capacidade de prevenção, rastreio, diagnóstico e tratamento do cancro no norte de Moçambique. A primeira pedra para a construção da unidade sanitária foi lançada nesta semana, dando início ao processo de implantação do hospital [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Lichinga, capital da província do Niassa, vai contar com um hospital regional de oncologia, que deverá reforçar a capacidade de prevenção, rastreio, diagnóstico e tratamento do cancro no norte de Moçambique.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira pedra para a construção da unidade sanitária foi lançada nesta semana, dando início ao processo de implantação do hospital na área da futura Nova Cidadela de Lichinga. A unidade deverá atender cidadãos moçambicanos e também doentes provenientes de outros países da região da África Austral, segundo informações divulgadas pelo jornal <em>Notícias</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projecto surge num contexto de crescente necessidade de serviços especializados de oncologia no país. Dados citados pela mesma fonte apontam que Moçambique registou, em 2022, uma estimativa de 26.578 novos casos de cancro e 19.020 mortes associadas à doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A localização do hospital integra o plano de desenvolvimento da Nova Cidadela de Lichinga, uma área de expansão urbana que já conta com cerca de 790 parcelas demarcadas, no âmbito da Iniciativa Presidencial Terra Infra-estruturada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das parcelas, estão em desenvolvimento infra-estruturas básicas para suportar a nova zona urbana, incluindo as principais vias de acesso e três furos de água já abertos e testados. As parcelas têm dimensões de 20 por 40 metros, estando igualmente em preparação a instalação das redes de abastecimento de água e de electrificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projecto da nova cidadela prevê uma área urbana diversificada, com espaços destinados à habitação, comércio, indústria, serviços, educação, saúde, desporto, lazer e turismo. Está ainda prevista a construção de um mercado grossista e a criação de áreas para produção agrícola irrigada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instalação do hospital regional de oncologia constitui, neste quadro, uma das infra-estruturas de maior relevância previstas para a nova área de expansão de Lichinga, podendo contribuir para aproximar os serviços especializados de saúde das populações do Niassa e das províncias vizinhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova unidade poderá também posicionar Lichinga como um ponto de referência regional no atendimento especializado de doenças oncológicas, incluindo para pacientes provenientes de países da África Austral. <em>Redacção</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Dinheiro apreendido desaparece dentro da Polícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:47:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase um milhão de meticais e 600 dólares terão desaparecido das instalações onde estavam guardados valores apreendidos durante uma operação contra a exploração ilegal de minérios na província da Zambézia, levantando novas suspeitas sobre o caso que envolve o comandante distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Chinde. A informação, avançada no contexto [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quase um milhão de meticais e 600 dólares terão desaparecido das instalações onde estavam guardados valores apreendidos durante uma operação contra a exploração ilegal de minérios na província da Zambézia, levantando novas suspeitas sobre o caso que envolve o comandante distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Chinde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação, avançada no contexto da operação, dá conta de que o comandante foi detido no distrito de Mocuba, onde as autoridades terão encontrado cidadãos estrangeiros envolvidos no processamento de tantalite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação, liderada pela Autoridade Tributária, resultou na apreensão de 51 toneladas de tantalite, além de dinheiro em numerário, incluindo valores em meticais e dólares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as informações disponíveis, parte do dinheiro apreendido terá desaparecido cerca de um dia depois de ter sido depositado nas instalações destinadas à sua guarda. O montante em falta é estimado em quase um milhão de meticais e 600 dólares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desaparecimento dos valores acrescentou uma nova dimensão ao caso e poderá desencadear investigações para determinar em que circunstâncias o dinheiro deixou o local onde estava sob custódia e quem poderá ter tido acesso aos valores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comandante distrital de Chinde é suspeito de envolvimento em actividades relacionadas com exploração ilegal de recursos minerais, furto agravado e associação criminosa. As acusações, contudo, deverão ser esclarecidas pelas autoridades competentes no decurso do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A detenção ocorreu na sequência de uma operação realizada no bairro Aeroporto, em Mocuba, onde, segundo as informações divulgadas, um cidadão de nacionalidade chinesa estaria a processar tantalite alegadamente de forma ilegal, na companhia de um cidadão português.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PRM confirmou a detenção do comandante e de outros suspeitos e indicou que deverá prestar esclarecimentos adicionais sobre o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desaparecimento dos valores apreendidos passa agora a constituir uma das principais questões da investigação, devendo as autoridades determinar a cadeia de custódia do dinheiro, as pessoas que tiveram acesso aos valores e as circunstâncias em que ocorreu o alegado desaparecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até ao esclarecimento dos factos pelas autoridades, não é possível estabelecer responsabilidade criminal dos envolvidos. A detenção e as suspeitas constituem matéria de investigação e não equivalem a uma condenação. <em>Redacção</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Igreja não desiste da verdade sobre Dom Osório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:43:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Igreja Católica em Moçambique promete continuar a exigir o esclarecimento da morte de Dom Osório Citora Afonso, assassinado em Junho deste ano na Diocese de Quelimane, apesar de o processo decorrer sob segredo de justiça. A posição foi reafirmada pelo Presidente da Conferência Episcopal de Moçambique e Arcebispo de Nampula, Dom Inácio Saúre, durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Igreja Católica em Moçambique promete continuar a exigir o esclarecimento da morte de Dom Osório Citora Afonso, assassinado em Junho deste ano na Diocese de Quelimane, apesar de o processo decorrer sob segredo de justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A posição foi reafirmada pelo Presidente da Conferência Episcopal de Moçambique e Arcebispo de Nampula, Dom Inácio Saúre, durante a missa de encerramento da peregrinação ao Santuário Maria Mãe do Redentor, em Meconta, no domingo, 16 de Agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Vatican News, Dom Inácio defendeu que as autoridades devem esclarecer não apenas quem executou o crime, mas também as suas motivações e a eventual existência de autores morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Arcebispo afirmou que a Igreja procura verdade e justiça, e não vingança, sublinhando que o perdão cristão não significa esquecer o crime nem abandonar a procura da verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conferência Episcopal de Moçambique continua a acompanhar o processo e mantém contactos com as autoridades. Na semana anterior à celebração, realizou-se um encontro entre representantes do Governo, da Nunciatura Apostólica e da Conferência Episcopal, com a participação de responsáveis dos sectores da Justiça, Negócios Estrangeiros e Finanças, bem como representantes da Santa Sé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dom Inácio reconheceu que, devido ao segredo de justiça, ainda não há conclusões oficiais sobre os responsáveis pela morte do bispo. Manifestou, contudo, preocupação com o risco de o caso perder visibilidade antes de se conhecer o seu desfecho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Igreja, o esclarecimento da morte de Dom Osório Citora ultrapassa a responsabilização criminal. Segundo Dom Inácio Saúre, conhecer a verdade é uma condição para que Moçambique possa avançar no caminho da justiça, perdão e reconciliação. <em>Redacção</em></p>
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		<title>Elisa Siúta entra no rasto dos milhões roubados no INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ngani]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresária Elisa Siúta, esposa do antigo director-geral do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), Joaquim Siúta, surge implicada na gestão de valores que o Ministério Público considera provenientes de um alegado esquema de desvio de fundos da instituição. A revelação é da TV Sucesso, que, numa investigação sobre o caso, recupera contratos, auditorias, movimentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A empresária Elisa Siúta, esposa do antigo director-geral do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), Joaquim Siúta, surge implicada na gestão de valores que o Ministério Público considera provenientes de um alegado esquema de desvio de fundos da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revelação é da TV Sucesso, que, numa investigação sobre o caso, recupera contratos, auditorias, movimentos financeiros e comunicações entre os arguidos para reconstruir o percurso de parte dos valores sob investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a acusação citada pela estação televisiva, Joaquim Siúta terá usado a esposa como uma das pessoas encarregues de receber e administrar dinheiro alegadamente proveniente de pagamentos efectuados pelo INSS à empresa RAM Multimédia, uma das entidades envolvidas no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso ganhou particular dimensão depois da detenção de Joaquim Siúta, em 6 de Abril de 2026. O Ministério Público acusa-o, juntamente com outros seis arguidos, de envolvimento num esquema que poderá ter causado prejuízos de cerca de 510 milhões de meticais ao INSS.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pagamentos muito acima dos contratos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação da TV Sucesso aponta para contratos celebrados entre o INSS e a RAM Multimédia em 2022 e 2023. Uma auditoria interna realizada em 2025 terá identificado pagamentos muito superiores aos valores contratualmente previstos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a acusação, foram pagos à empresa mais de 236 milhões de meticais, apesar de os contratos estabelecerem valores significativamente inferiores. O Ministério Público considera que os pagamentos configuram infracções financeiras relacionadas com pagamentos indevidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A acusação descreve ainda um alegado sistema de cotações e facturação previamente organizado, seguido da distribuição dos valores recebidos entre diferentes intervenientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Elisa aparece como receptora dos valores</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É neste ponto que, segundo a TV Sucesso, Elisa Siúta ganha relevância no processo. A acusação sustenta que a empresária teria recebido valores em numerário e participado na sua administração, seguindo instruções do marido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os montantes mencionados estão 1 milhão de meticais, recebido em Maio de 2023, e 1,73 milhão de meticais, recebido posteriormente. A investigação cita ainda mensagens trocadas entre o casal e outros envolvidos, nas quais seriam confirmadas entregas e distribuição de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa das situações descritas, Elisa teria enviado ao marido uma fotografia de maços de notas de mil meticais, acompanhada de uma mensagem informando que o dinheiro havia sido entregue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A acusação sustenta que parte dos valores alegadamente desviados terá sido movimentada através de contas de familiares e pessoas próximas de Joaquim Siúta, incluindo a esposa e filhas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um caso que remonta a anos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação da TV Sucesso enquadra o processo numa história mais longa de suspeitas de irregularidades no INSS. A estação recorda o caso envolvendo a então ministra do Trabalho, Helena Taipo, relacionado com alegados desvios superiores a 100 milhões de meticais do fundo de pensões da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, a própria TV Sucesso denunciou outro alegado esquema de pagamentos fraudulentos no INSS, estimado em cerca de 400 milhões de meticais, posteriormente confirmado pelo director-geral da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o processo envolvendo Joaquim Siúta coloca novamente o INSS no centro de uma investigação de grande dimensão financeira, com sete arguidos e milhões de meticais sob escrutínio judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alegações descritas na investigação permanecem sujeitas à apreciação da Justiça e à prova produzida no processo. <em>Redacção.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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