Revolução em Nampula: Ferroviário troca meio plantel e lança nova era

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O Ferroviário de Nampula protagoniza uma das mais profundas reestruturações do futebol moçambicano para a época 2026, ao contratar 14 jogadores e dispensar 16 atletas, numa clara aposta numa nova identidade competitiva. A movimentação massiva no plantel sinaliza a ambição dos “axinenes”, que entram na nova temporada com uma equipa renovada e orientada para resultados.

Entre os reforços, destaque para a chegada do lateral-direito Fidel, proveniente da Associação Black Bulls, trazendo consigo experiência acumulada em competições nacionais. Na baliza, a concorrência aumenta com a contratação de Arcanjo, jovem de 21 anos vindo do Desportivo da Matola, e de Acácio, guarda-redes com passagem pelo Costa do Sol.

O ataque foi um dos sectores mais reforçados. O clube garantiu o avançado Estevão, ex-Costa do Sol, e Palhaço, ponta-de-lança de 28 anos recrutado ao Maxaquene, numa tentativa clara de aumentar a capacidade ofensiva. A aposta na formação também se mantém, com a promoção de Osvaldo e do jovem Nadjuco à equipa principal.

No sector defensivo, os “axinenes” reforçaram-se com Deny, central oriundo de Vilankulo, Rui Guimo, vindo de Nacala, e Agenor, ex-Locomotiva de Nacala. O lateral-esquerdo Mabote, do Desportivo de Nacala, e o promissor Flávio, de apenas 17 anos, completam as novas opções para a retaguarda.

O meio-campo também ganha novas soluções, com as entradas de Jaime Mbiza, proveniente do ADV, bem como Gulamo, Narciso e Clério Cláudio, conhecido por “Barry”, alargando as alternativas no sector intermediário.

Em sentido contrário, o clube dispensou 16 jogadores da época passada, encerrando um ciclo. Entre as saídas mais relevantes figura o jovem internacional moçambicano Fazito, numa decisão que marca a profundidade das mudanças operadas.

Com esta autêntica revolução no plantel, o Ferroviário de Nampula deixa claro que pretende afirmar-se na nova época com outra dinâmica, enviando um sinal inequívoco aos adversários de que os “axinenes” entram em 2026 determinados a lutar por novos patamares competitivos. Redacção

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