O jornalismo moçambicano está de luto com a morte de Marisa Agostinho, locutora e repórter da Rádio Moçambique, que faleceu na madrugada deste domingo, 3 de maio, aos 30 anos de idade, na cidade de Lichinga.
De acordo com informações apuradas, a jornalista perdeu a vida no Hospital Provincial de Lichinga, vítima de complicações de saúde após o parto, deixando um bebé recém-nascido.
Com uma carreira marcada pela dedicação ao serviço público de informação, Marisa Agostinho exercia funções na emissora provincial da Rádio Moçambique no Niassa, onde se destacou como locutora, jornalista e repórter na área desportiva. Ao longo dos anos, a sua voz tornou-se familiar para milhares de ouvintes, acompanhando noticiários, programas e coberturas de eventos relevantes na província.
Nascida a 24 de novembro de 1995, ingressou nos quadros da Rádio Moçambique em 2015, após uma trajectória iniciada no Departamento de Programas Infantojuvenis, onde também deixou marca pelo trabalho desenvolvido junto do público mais jovem.
A sua morte ocorre numa data simbólica para a classe, véspera do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, agravando o sentimento de perda no seio dos profissionais da comunicação social.
Diversas mensagens de pesar têm sido endereçadas à família enlutada, à direcção da Rádio Moçambique e à classe jornalística, destacando o contributo profissional e humano de Marisa Agostinho.
A morte da jovem jornalista representa uma perda significativa para o sector da comunicação social no Niassa e no país, deixando um legado de dedicação, profissionalismo e compromisso com a informação.
Redacção

