UEM aposta no empreendedorismo feminino para transformar economia social em África

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A Universidade Eduardo Mondlane lançou, na última terça-feira (12), o curso “Empreendedorismo Social no Feminino – Turma ÍMPAR”, numa cerimónia realizada na Faculdade de Direito da instituição, em Maputo.

A iniciativa enquadra-se no Projecto ÍMPAR – Empoderar a Mulher na África Subsaariana como Promotora da Economia Social, financiado pelo programa Erasmus+ da União Europeia, e pretende reforçar as competências empreendedoras de jovens mulheres, promovendo inclusão económica e desenvolvimento sustentável.

A cerimónia de abertura reuniu mais de 15 formandas provenientes de diferentes faculdades da universidade e foi orientada pelo coordenador do projecto, o professor doutor Eduardo Chiziane.

Na ocasião, Chiziane destacou a importância da formação para a autonomia económica das mulheres e para o fortalecimento da economia social no continente africano.

“Estarmos na Faculdade de Direito simboliza o reconhecimento do direito das mulheres de empreender e liderar mudanças nas suas comunidades”, afirmou o académico, citado pela UEM.

Segundo a instituição, o curso terá duração de um mês e contará com certificação internacional. A formação adopta uma abordagem prática e multidisciplinar, com conteúdos ligados à liderança feminina, gestão de negócios sociais, desenvolvimento de iniciativas sustentáveis e criação de impacto positivo nas comunidades.

As participantes foram seleccionadas através de um processo competitivo que envolveu cerca de 200 candidaturas. As formandas têm idades compreendidas entre os 18 e os 20 anos.

De acordo com a UEM, o Projecto ÍMPAR resulta de uma parceria internacional que integra o Instituto Politécnico de Lisboa, a Universidade de Cabo Verde, a Universidade do Mindelo, a Universidade Técnica de Angola, a Universidade Independente de Angola e a Universidade Pedagógica de Maputo, entre outras instituições académicas africanas e europeias.

Os promotores defendem que a formação poderá contribuir para o desenvolvimento de negócios sociais sustentáveis liderados por mulheres, reduzindo desigualdades de género e fortalecendo as economias locais na África Subsaariana. Redacção

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