UniRovuma injecta 46 empreendedores na economia de Nacala

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A Universidade Rovuma graduou, na última quinta-feira, 46 empreendedores na cidade de Nacala-Porto, no âmbito de um programa de capacitação em gestão empresarial orientado para o fortalecimento do tecido económico local.

A iniciativa foi promovida pela Incubadora de Startups e Aceleradora de Empresas da UniRovuma e abrangeu conteúdos como gestão estratégica de negócios, finanças, registos contabilísticos e marketing. Do total de participantes, 28 são mulheres, correspondendo a 60 por cento dos formandos.

A formação, com duração de cerca de quatro meses, foi ministrada por docentes da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais (FACEE) e do Instituto Superior de Transporte, Logística e Telecomunicações (ISTLT), no quadro do Projeto OHOLO, implementado com financiamento da TechnoServe. O projecto tem como objectivo impulsionar o empreendedorismo e dinamizar a actividade económica ao longo do Corredor de Nacala.

Durante a cerimónia de encerramento, o director da FACEE, Castigo José Castigo, sublinhou que a conclusão da formação não representa o fim do processo de aprendizagem. Segundo explicou, os empreendedores continuarão a beneficiar de um acompanhamento técnico por um período adicional de quatro meses, incluindo sessões de mentoria e assistência directa nos seus locais de actividade.

“O objectivo é garantir que os conhecimentos adquiridos se traduzam em negócios sustentáveis e com impacto real na economia local”, afirmou.

O responsável acrescentou ainda que a UniRovuma pretende dar continuidade a programas semelhantes, no âmbito da sua missão de promover o empreendedorismo e apoiar a criação de pequenas e médias empresas.

A sessão contou com a presença de representantes da Administração do Distrito e do Conselho Municipal de Nacala-Porto, que destacaram a importância de iniciativas deste género para a geração de emprego e fortalecimento da economia local.

A formação dos 46 empreendedores surge num contexto de crescente aposta em soluções locais para dinamizar o sector privado, num dos principais corredores logísticos e económicos do país. Agostinho Miguel

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