O Governo de Moçambique e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique lançaram oficialmente a XXI edição da Conferência Anual do Sector Privado (CASP) 2026, renovando o compromisso de reforçar o Diálogo Público-Privado como instrumento central para dinamizar a economia nacional e melhorar o ambiente de negócios no país.
Durante a cerimónia de lançamento, as partes defenderam a necessidade de acelerar reformas económicas consideradas estratégicas para atrair investimento, aumentar a competitividade empresarial e impulsionar o crescimento económico sustentável.
A CASP, organizada anualmente, continua a afirmar-se como uma das principais plataformas de concertação entre o Estado e o sector privado, servindo de espaço para discussão de políticas económicas, identificação de constrangimentos e definição de medidas orientadas para resultados concretos.
Entre as reformas estruturantes destacadas no lançamento da edição de 2026 figuram a criação do Banco de Desenvolvimento de Moçambique, a aprovação da nova Lei do Sector Empresarial do Estado, a revisão da legislação sobre minas e petróleos e a criação da Agência Nacional de Desenvolvimento do Turismo.
Segundo os promotores da conferência, estas medidas pretendem tornar o ambiente de negócios mais eficiente, previsível e atractivo para investidores nacionais e estrangeiros, num contexto em que o país procura acelerar a industrialização, diversificar a economia e aumentar a geração de emprego.
O Governo e a CTA defendem que o fortalecimento do diálogo entre os sectores público e privado é essencial para remover barreiras ao investimento e garantir maior confiança dos agentes económicos. Redacção

