Manasse desafia universitários a “domar” a Inteligência Artificial para resolver problemas de Moçambique

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O Ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, desafiou os novos estudantes universitários a transformarem o conhecimento académico em soluções concretas para os problemas do país, defendendo uma juventude mais inovadora, crítica e preparada para liderar mudanças em Moçambique.

O apelo foi feito durante a XVII Cerimónia de Recepção e Integração de Estudantes na Universidade Pedagógica de Maputo, realizada sob o lema “A Práxis: O Saber Fazer”.

Na sua intervenção, Manasse sublinhou que o verdadeiro valor do conhecimento reside na sua aplicação prática e no impacto positivo que pode gerar na sociedade.

“O conhecimento completa-se no acto e cresce quando é partilhado”, afirmou o governante, defendendo que as universidades devem formar jovens capazes de pensar criticamente, criar soluções e impulsionar transformações reais no país.

Perante estudantes, docentes e membros da comunidade académica, o ministro partilhou parte da sua trajectória pessoal e académica, recordando que regressava à instituição onde foi formado, agora na condição de membro do Governo, numa mensagem centrada na superação, persistência e valorização da educação.

Um dos pontos centrais do discurso foi o desafio lançado à nova geração para dominar a Inteligência Artificial e utilizar esta tecnologia como ferramenta de inovação, empreendedorismo e desenvolvimento nacional.

Segundo Manasse, Moçambique não deve limitar-se a consumir soluções tecnológicas produzidas no exterior, mas sim criar capacidade interna para desenvolver respostas ajustadas aos desafios do país.

“Moçambique não precisa apenas de graduados. Precisa de homens e mulheres capazes de transformar conhecimento em soluções reais para problemas reais”, declarou.

A intervenção foi amplamente aplaudida pelos participantes e marcou a cerimónia como um momento de reflexão e mobilização da juventude universitária, numa altura em que o debate sobre inovação, tecnologia e empregabilidade ganha cada vez mais espaço no ensino superior moçambicano. Redacção

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