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Cultura

Moreira Chonguiça leva o jazz moçambicano ao Windhoek Jazz Festival 2025

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O saxofonista e compositor moçambicano Moreira Chonguiça vai representar Moçambique no Windhoek Jazz Festival 2025, a realizar-se no próximo dia 1 de Novembro, no Estádio Hage Geingob, em Windhoek, Namíbia.

Conhecido pela fusão singular entre jazz contemporâneo, afro-soul e ritmos tradicionais moçambicanos, Moreira Chonguiça volta a afirmar-se como uma das vozes mais inovadoras do continente. A sua música, marcada por mestria técnica e profundidade emocional, tem encantado audiências em palcos internacionais — do Dia Internacional do Jazz da UNESCO em Tânger (Marrocos) a festivais na Europa, África e Américas.

Nesta edição, o festival reunirá um elenco de estrelas africanas, entre elas o lendário músico sul-africano Sipho “Hotstix” Mabuse, a vocalista Kelly Khumalo, a cantora Zamajobe e os Sereetsi & The Natives, do Botswana. Também sobem ao palco Henry Philemon, da África do Sul, e vários talentos namibianos como Bongani Soul, Sigera Jazz, Swingers Jazz Band, Ugly Creatures, Esme Songbird, Botselo e The Harmonic Grooves.

“Sinto-me honrado e entusiasmado por fazer parte deste festival icónico. O público de Windhoek tem uma energia incrível e o jazz é a linguagem perfeita para nos conectarmos e celebrarmos a nossa cultura”, disse Moreira Chonguiça, acrescentando que pretende oferecer “um espetáculo que fale a partir do coração e celebre a beleza, o ritmo e a resiliência do nosso continente”.

Os organizadores garantem que o evento deste ano será “uma das edições mais memoráveis”, reforçando a reputação do Windhoek Jazz Festival como uma das principais experiências de música ao vivo da África Austral.

“Artistas como Moreira Chonguiça personificam o espírito do festival — talento de classe mundial com raízes profundas na cultura africana”, lê-se na nota oficial da organização.

Com uma carreira de mais de duas décadas, Chonguiça tem-se destacado pela capacidade de quebrar fronteiras e unir culturas através da música. A sua atuação em Windhoek promete ser um dos momentos altos do festival, numa viagem sonora que combina herança, ritmo e inovação.

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