Cento e cinquenta jovens moçambicanos poderão beneficiar de formação técnico-profissional em Portugal nos próximos três anos, graças a um acordo de cooperação assinado esta sexta-feira entre o Ministério da Economia e a Escola Profissional de Artes da Covilhã.
O memorando de entendimento prevê a atribuição de 150 bolsas de estudo parciais destinadas a estudantes moçambicanos interessados em frequentar cursos de nível médio técnico-profissional em diversas áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento económico e social do país.
As oportunidades de formação abrangem sectores ligados ao turismo, entre outras especialidades com potencial para responder às necessidades do mercado de trabalho e contribuir para o reforço das competências da juventude moçambicana.
O acordo foi formalizado pelo Secretário Permanente do Ministério da Economia, Jorge Fernando Jairoce, e por Rogério Simões, em representação da Escola Profissional de Artes da Covilhã, instituição integrante do Grupo GPS, responsável pela gestão de mais de duas dezenas de escolas profissionais em território português.
Segundo os promotores da iniciativa, o programa visa ampliar as oportunidades de qualificação profissional para jovens moçambicanos, proporcionando acesso a formação especializada e experiências internacionais capazes de aumentar a sua competitividade no mercado de trabalho.
A assinatura do memorando é vista como mais um passo no fortalecimento das relações de cooperação entre Moçambique e Portugal, com enfoque na capacitação de recursos humanos e na promoção de oportunidades educacionais para a juventude.
As autoridades acreditam que a iniciativa poderá contribuir para a formação de quadros qualificados em áreas prioritárias, reforçando as competências técnicas dos jovens e apoiando os esforços de desenvolvimento económico do país. Redacção

