Escola pronta, crianças no sofrimento: Ivagalane espera há três anos por aulas

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Os secretários dos bairros da cidade de Quelimane manifestaram preocupação com a não entrada em funcionamento de uma escola construída no bairro de Ivagalane, infra-estrutura que permanece encerrada há mais de três anos, apesar de concluída.

Segundo o Conselho Autárquico de Quelimane, a inquietação foi apresentada esta terça-feira durante um encontro que reuniu secretários de todos os bairros da cidade de Quelimane, no qual foram debatidas diversas questões comunitárias, incluindo problemas relacionados com a desinformação.

Falando à margem da reunião, o secretário do bairro de Ivagalane, Nelson António, lamentou o facto de a população continuar sem beneficiar da escola, enquanto centenas de crianças estudam em condições consideradas precárias.

Segundo o responsável, embora a comunidade reconheça algumas intervenções realizadas no bairro, como a recente inauguração da ponte que liga Ivagalane a Sangariveira, a situação da escola continua a gerar indignação entre os residentes.

“Não entendemos por que razão até hoje as crianças do nosso bairro continuam a estudar em condições precárias, quando existe uma escola condigna pronta para funcionar”, afirmou.

Nelson António apelou às autoridades competentes para que encontrem uma solução urgente, considerando que a paralisação da infra-estrutura afecta directamente o acesso à educação no bairro.

A fonte sublinhou ainda que a demora no arranque das actividades escolares levanta dúvidas entre os moradores, sobretudo porque o edifício já se encontra concluído há vários anos.

Entretanto, informações partilhadas durante o encontro indicam que a colocação em funcionamento de infra-estruturas escolares depende de procedimentos administrativos e decisões envolvendo diferentes níveis governativos, incluindo o Ministério da Educação e Cultura, o Governo Provincial e outras entidades ligadas ao sector da educação.

Enquanto isso, a população de Ivagalane continua à espera que a escola abra finalmente as portas para acolher as crianças do bairro. Redacção

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