Dom Inácio Saure defende valorização dos enfermeiros no HCN

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O arcebispo da Arquidiocese de Nampula, Dom Inácio Saure, defendeu esta segunda-feira uma maior valorização dos profissionais de enfermagem e a promoção de um atendimento mais humanizado nas unidades sanitárias, considerando que os enfermeiros desempenham um papel decisivo na recuperação dos pacientes.

A posição foi manifestada durante uma missa eucarística realizada no Hospital Central de Nampula (HCN), por ocasião das celebrações do Dia Internacional dos Enfermeiros, assinalado oficialmente a 12 de Maio.

Segundo um comunicado do HCN, Dom Inácio Saure apelou aos profissionais de saúde para que exerçam a profissão com ética, empatia e compromisso com a defesa da vida humana.

Na homilia dirigida aos enfermeiros, o líder religioso sublinhou que o comportamento dos profissionais pode influenciar directamente o estado emocional e clínico dos doentes.

De acordo com o arcebispo, gestos simples como um olhar acolhedor, palavras de conforto e atitudes de solidariedade contribuem para aliviar o sofrimento dos pacientes e fortalecer a esperança durante o tratamento.

Por outro lado, advertiu que práticas como arrogância, desprezo e solicitação de favores monetários agravam ainda mais a dor das pessoas que recorrem às unidades sanitárias em busca de assistência médica.

Na mesma cerimónia, o director-geral do HCN, Frederico Sebastião, reconheceu o papel central dos enfermeiros no funcionamento da maior unidade hospitalar do norte do país.

Citado no comunicado, Frederico Sebastião afirmou que os enfermeiros constituem a “base e suporte” do hospital, destacando a sua presença constante em praticamente todos os serviços da instituição.

“Mesmo nos turnos, encontramos apenas um médico e seis enfermeiros”, afirmou o director-geral, numa referência à importância destes profissionais no atendimento diário aos pacientes.

As celebrações do Dia Internacional dos Enfermeiros decorrem num contexto em que os profissionais de saúde continuam a enfrentar desafios ligados à sobrecarga de trabalho, falta de recursos e pressão nos serviços hospitalares públicos. Redacção

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