Tzu Chi aposta na produção agrícola para alimentar mais de sete mil alunos em Soafala

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp
blank

A Fundação de Caridade Tzu Chi Moçambique lançou, em Mecuzi, distrito de Nhamatanda, um programa de produção agrícola que prevê colher mais de mil toneladas de produtos durante a campanha 2025-2026. A iniciativa visa garantir a alimentação de alunos e pacientes internados em hospitais da província de Sofala, consolidando o papel da organização na assistência às comunidades afectadas pelo ciclone Idai.

Com uma área cultivável de cerca de 100 hectares, o projecto é liderado por voluntários da Tzu Chi e privilegia a produção de hortícolas e cereais. Estes alimentos serão destinados, sobretudo, às escolas construídas pela fundação no âmbito do programa “Refeições Quentes”, que fornece lanches escolares com o objectivo de reduzir o absentismo e melhorar o rendimento dos alunos.

blank

Segundo a organização, a campanha agrícola em curso deverá beneficiar directamente mais de sete mil crianças. Parte da produção será igualmente canalizada para o Hospital Rural de Nhamatanda, que regista, em média, 60 pacientes internados por dia, garantindo um reforço na dieta alimentar dos doentes.

“Com o arranque da nova campanha agrícola, a nossa ambição é garantir a sustentabilidade desta produção para fins humanitários. Estamos também a apostar na cadeia de valor das amêndoas, com destaque para o caju, de modo a assegurar a continuidade e autonomia do projecto”, destacou um representante da Tzu Chi Moçambique.

A Fundação de Caridade Tzu Chi Moçambique foi uma das organizações convidadas para o lançamento oficial da campanha agrícola 2025-2026, realizado recentemente em Dondo, província de Sofala, sob a direcção do Presidente da República, Daniel Chapo.

Presente em Moçambique desde o ciclone Idai, em 2019, a Tzu Chi tem desenvolvido diversas acções de carácter humanitário e de reabilitação social, com enfoque na reconstrução de escolas, melhoria das condições sanitárias e segurança alimentar das populações mais vulneráveis.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *